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Muitas pessoas nos perguntam: É importante vacinar ?
O que temos de dados concretos é que houve decréscimo de muitas doenças após o advento da vacinação e de doenças tais como: coqueluche, sarampo, tétano, doença pelo Haemophlilus influenza tipo B, etc.
A pergunta é: e se não houvesse esse advento (vacinas) as doenças continuariam em decréscimo e algumas, como no caso da varíola, chegariam a se extinguir?
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Temos exemplos que, após a doença controlada com a vacinação, muitos países entre eles países de primeiro mundo, começaram a se descuidar com o cumprimento dos calendários de vacinas. O que se notou é que a muitas doenças voltaram, e se não houver mecanismos eficazes de bloqueio das mesmas, elas voltarão com força total.
Com o tempo
as populações vacinadas vão perdendo a sua memória imunológica e a população infantil ainda não formou a sua própria defesa (natural adquirindo a doença ou induzida pela vacina).
No Japão depois de alguns efeitos adversos relacionados a vacina anti difteria, tétano e coqueluche divulgados pela mídia, a população se desencorajou a continuar tomando essa vacina, e como conseqüência houve um aumento dessas doenças principalmente da coqueluche, causando algumas mortes. Esse fato fez com que fosse retomada e cobrada a vacinação da população suceptível.
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Outro fato que se nota após a vacinação de uma população em determinada faixa etária, é que o benefício da vacinação se estende para outras faixas etárias, por exemplo: após a introdução da vacina anti-pneumocócica 7 valente nos EUA em 1999 houve redução de 72% dos casos de doença pneumocócica invasiva em crianças com 1 a 2 anos, 61% em crianças de 3 a 4 anos e 49% em crianças de 4 a 5 anos (dados de 2004).
Por incrível que pareça houve redução de doença invasiva pneumocócica em indivíduos acima de 65 anos que não foram vacinados na ordem de 36%. Ou seja vacinando os pequenos , eles deixam de transmitir aos idosos, causando o que chamamos de "efeito rebanho". |
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São vários os efeitos adversos de cada vacina, e cabe ao médico indicá-la ou contra indicá-la a cada indivíduo. Após anos de estudo sabemos que a doença tem um efeito devastador tanto a curto quanto a longo prazo (seqüelas) se comparado aos possíveis efeitos adversos das vacinas. |
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